Riscos de mercado: cuidados ao se negociar direto com o proprietário

Alugar e comprar um lugar para morar e ser feliz é o sonho da maioria das pessoas, não é mesmo? Afinal, quando encontramos um cantinho para chamar de lar, nossa vida faz mais sentido e nos sentimos mais realizados. Porém, com os riscos de mercado, esse negócio pode se tornar um caos — principalmente quando negociamos direto com o proprietário, sem nenhum auxílio especializado.

Para não ver o seu sonho se tornar um pesadelo, preparamos este post para você! Ele contém dicas importantes para garantir um negócio bem-sucedido e evitar possíveis riscos de mercado. Confira!

1. Faça um contrato

Um dos grandes riscos de mercado acontece ao negociar um aluguel direto com o proprietário e acabar confiando apenas na palavra falada, sem um contrato escrito para formalizar o negócio. Desse modo, sua locação não terá valor jurídico e o proprietário poderá pedir o imóvel de volta a qualquer momento.

Por isso, exija um contrato de locação autenticado em cartório. Ele garantirá a validade jurídica do seu negócio e lhe resguardará de quaisquer problemas futuros. Afinal, o que vale é sempre a palavra escrita, e não o “disse e não-disse” durante as negociações.

Nesse contrato, deverá haver todas as informações essenciais, como identificação completa do locador e do locatário (nome completo, RG, CPF e endereço atual), a identificação do imóvel, os prazos de locação e a permanência mínima, os valores, as condições de reajuste e as demais taxas.

O contrato de compra e venda, por sua vez, é muito mais burocrático. Afinal, é necessário ter a escritura do imóvel em mãos para fazer a transferência, além de passar por diversas idas e vindas em cartórios. Muitas vezes, um proprietário de má-fé poderá fazer com que você regularize toda a burocracia cartorial do imóvel, mas acabará não prosseguindo o negócio – e você terá de recorrer a Justiça para ter seu dinheiro de volta.

2. Contrate um especialista

É imprescindível contar com a ajuda de um advogado experiente nesse processo, evitando a maior parte dos riscos de mercado. O contrato de aluguel tem várias “pegadinhas” e você pode cair em uma delas. Por exemplo, o pagamento de IPTU e taxas extras de condomínio pode variar conforme o contrato.

Também não confie em contratos prontos — aqueles vendidos em livrarias e lojas de materiais de escritório. Estes são modelos padrões, que certamente não contemplarão o que você negociou.

Portanto, para não ter surpresas, procure um advogado e veja se todos os seus desejos para a nova moradia estão contemplados no contrato. Você não pode contar somente com a boa-fé do locador, por mais simpático e solícito que ele pareça.

3. Verifique a documentação do imóvel

Um dos maiores riscos de mercado é em relação as fraudes, infelizmente bem comuns no setor imobiliário. É muito frequente, por exemplo, que um dos herdeiros de um proprietário falecido alugue o imóvel sem ter os poderes de inventariante. Assim, de um dia para o outro, você pode se ver obrigado a deixar o imóvel mesmo tendo feito todos os pagamentos em dia.

Também, é frequente o caso de quem loca um imóvel que está sob leilão judicial e, de repente, o ganhador do leilão aparecerá na sua porta e se declarará o dono do imóvel.

Diante disso, a ajuda do especialista é essencial, uma vez que você dificilmente saberá quais são todos os documentos necessários e se eles são realmente autênticos.

Por isso, há uma lista de documentações básicas que você precisa conferir:

  • Certidão de Registro de Imóveis, para verificar se a pessoa com que você está negociando tem realmente o poder e a legitimidade de fazer esse negócio;

  • Certidões negativas da Justiça Federal, do Distribuidor Trabalhista e do Distribuidor Civil, que provam que aquele imóvel não é disputado em nenhum litígio de natureza civil, tributária e trabalhista;

  • Histórico de IPTU para garantir que não há dívidas atrasadas;

  • Histórico do condomínio, uma vez que há condôminos que nunca sequer pagaram uma taxa.

Dependendo do contrato, todos os eventuais débitos são considerados como próprios ao imóvel. Então, se você comprar esse imóvel, poderá acabar herdando todas as dívidas feitas pelo proprietário anterior. Com isso, aquele excelente negócio sem imobiliária pode se tornar a maior dor de cabeça.

4. Contrate um serviço especializado em vistorias

Outro problema bastante frequente quando falamos em riscos de mercado ocorre nos casos em que o proprietário ou o locador fazem uma “maquiagem” completa no imóvel, deixando-o aparentemente perfeito. Porém, com o uso, os defeitos começam a surgir e você acaba tendo de arcar com todos os consertos para poder usufruir do imóvel.

Com um serviço de vistoria é possível identificar todos os tipos de defeitos “mascarados”. A Rotina Imobiliária já conta com esse serviço justamente para garantir um bom negócio para o futuro locatário ou proprietário do imóvel. Nas locações tratadas diretamente com o proprietário, ou você conta com a sorte ou gasta um bom dinheiro vistoriando o imóvel.

5. Pesquise bem o mercado

Um dos grandes pretextos que muitas pessoas usam para fazerem negócio sem o intermédio de uma imobiliária, é o fato de que, algumas vezes, os imóveis podem ficar mais caros. Mas, isso nem sempre é verdade.

Na grande parte das imobiliárias, o proprietário acaba deixando certa “margem de manobra” para a definição do preço, que pode variar de acordo com as necessidades da demanda e também com a procura sobre o seu imóvel.

Tudo deve ser bem avaliado e, frequentemente, o barato sai caro. Entendendo e evitando os riscos de mercado, você reduz as chances de o  imóvel dos seus sonhos se tornar o seu pior pesadelo, com brigas judiciais, problemas de conforto, dívidas infindáveis, etc.

Assim, antes de alugar ou comprar uma casa ou um apartamento, siga as nossas dicas e procure sempre quem entende desse tipo de negociação! Um leigo jamais saberá dar conta de todas as minúcias e riscos de mercado imobiliário.

Você sabia de todos esses riscos de mercado? Se você achou esse conteúdo interessante, confira a nossa página no Facebook e encontre sempre dicas interessantes e práticas como essas!

Fonte: www.larimoveis.com.br

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Por que colocar placas em seu imóvel?

Surgiu dúvida na hora de colocar a placa de vende-se ou aluga-se em seu imóvel? Veja algumas dicas para saber qual a melhor forma de utilizar esse recurso de divulgação de ofertas.

As placas imobiliárias surgiram com a intenção de destacar e deixar notório para as pessoas, que os imóveis estão sendo comercializados. Com diversas opções de marketing na internet e diversos meios, muitos proprietários se questionam sobre qual seria a melhor estratégia nesses casos.

É interessante notar, que mesmo com toda a exposição e difusão de comunicação pelas redes sociais, ainda há quem prefira caminhar pelos bairros que pretende morar para verificar o que está disponível ou está apenas passando pelo local e enxergando a placa decide entrar em contato.

IMPORTANTE:

Uma dica interessante é notar a quantidade de placas que são colocadas no imóvel, não se esqueça nesses casos: menos é mais. Porque caso você coloque muitas placas pode passar uma impressão de desespero ou problemas no imóvel, em função da quantidade de placas, acabando por espantar possíveis clientes. Até porque visualmente a fachada do imóvel ficará extremamente poluída e ao invés de destacar os atrativos do imóvel você estará apenas destacando as imobiliárias e corretores que estão buscando fechar o negócio.

Sabendo disso, a Rotina Imobiliária conta com uma equipe altamente capacitada para realizar a instalação e manutenção de nossas placas.  Então, não há com o que se preocupar!

Fonte: parceirosdigitais.com.br

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Assine o contrato do seu imóvel em poucas horas pela Rotina Imobiliária

A Rotina Imobiliária  traz para os clientes a possibilidade da assinatura digital para contrato de venda e aluguel de imóvel em Uberlândia. Essa facilidade faz com que todos os participantes do contrato possam assinar o documento em instantes, de onde estiverem. Seja pelo computador ou pelo celular!

A maior vantagem da assinatura digital da Rotina Imobiliária é fazer com que você tenha um contrato válido assinado rapidamente. Mas as facilidades vão muito além. Confira alguns problemas comuns durante o processo de assinatura de contratos e como a assinatura digital resolve eles para você não se preocupar com nada!

  • Dificuldade em colher as assinaturas

Primeiro, em relação aos moradores de outras cidades. Era necessário assinar, digitalizar o contrato, enviar por e-mail para outra pessoa assinar e mandar de volta o documento. Às vezes, essa “ida e vinda” poderia demorar dias.

E mesmo para quem é de Uberlândia, a logística de encontrar todos os participantes para a assinatura do contrato nem sempre é fácil. Afinal, todo mundo tem compromissos durante o dia e a vontade de mudar logo para o imóvel é sempre grande.

PROBLEMA: Esse vai e vem do contrato era o que mais dificultava a agilidade da finalização do processo. O que poderia ser resolvido em pouquíssimo tempo, acabava demorando e trazendo dor de cabeça.

COMO RESOLVEMOS: Com a nova possibilidade de assinatura digital para contrato de venda e aluguel de imóvel em Uberlândia, cada cliente assina a sua parte sem precisar enviar nada para ninguém e sem precisar esperar outra pessoa assinar. Todo o processo é online e automático pela plataforma parceira da Rotina Imobiliária.

É bem simples: os envolvidos no contrato recebem o documento por e-mail e aí é só assinar pela internet através da sua assinatura digital personalizada pela própria plataforma. Pronto, sua parte está feita!

  • Erros na assinatura do contrato

Outra questão muito comum que atrasava a finalização do contrato era quando um dos envolvidos deixavam de assinar alguma folha do documento. Existiam casos, também, em que não assinavam no local certo.

Aí o cliente chegava na imobiliária com o documento em mãos. Todo feliz achando que ia finalmente se mudar para o novo imóvel… E logo descobria que tinha algum erro nessas assinaturas e que era preciso correr atrás de novo dessa pessoa.

PROBLEMA: Atrasos e retrabalho por conta de alguma das partes interessadas que assinaram em algum lugar errado ou que deixaram de assinar em todos os campos obrigatórios.

COMO RESOLVEMOS: A plataforma de assinatura digital da Rotina Imobiliária indica, dentro do contrato, onde todos os envolvidos (inquilino e fiador, por exemplo) devem assinar. É só abrir o documento e ver as marcações destacadas que o sistema faz para você assinar certinho onde deve ser. Assim não tem jeito de pular uma página ou não saber onde assinar!

  • Benefícios para a sua segurança e praticidade 

Lembrando que, se você quiser continuar assinando os contratos do modo tradicional, sem problemas! Essa é só mais uma opção para ajudar no seu dia a dia.

Toda a equipe da Rotina Imobiliária foi treinada para garantir que a utilização da assinatura digital seja um processo fácil, rápido e, principalmente, seguro para todos os clientes.

Essa é uma tecnologia usadas em diversos serviços mundiais, como é o caso de bancos e hotéis. Para garantir a veracidade de cada assinatura, são tomadas algumas medidas de segurança. A confirmação por SMS no celular, além de verificação pelo ID do computador, são algumas delas.

E tem mais vantagem da assinatura digital para contrato de venda e aluguel de imóvel em Uberlândia. Você recebe, também por e-mail, a sua cópia do contrato finalizado com todas as assinaturas. Não precisa ficar guardando nenhum papel. Até porque é muito comum que logo, logo a gente se esqueça de onde o deixou).

Ficou alguma dúvida? Entre em contato com a gente! 

Agora que já sabe como é fácil fechar negócio com a Rotina Imobiliária, só falta escolher o seu imóvel ideal em nosso site.

 

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Caixa reduz juros e aumenta teto para financiamento da casa própria

Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira (16) a redução dos juros para financiamento da casa própria e o aumento do percentual do valor a ser financiado para compra de imóvel usado. As mudanças, que começam a valer hoje, são para linhas de financiamento que utilizam recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

A mudança ocorre após a Caixa reduzir duas vezes o teto de financiamento de imóveis em 2017, deixar de ter as taxas mais baixas do mercado e perder a liderança nas linhas de crédito com recurso da poupança entre novembro do ano passado e janeiro deste ano.

Para compra de imóveis pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), onde estão enquadrados os imóveis residenciais de até R$ 800 mil para todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, cujo limite é de R$ 950 mil, a taxa mínima de juros caiu de 10,25% para 9% ao ano.

Para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), cujos valores dos imóveis são acima dos limites do SFH, a taxa mínima caiu de 11,25% para 10% ao ano.

O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados subiu de 50% para 70%. Para unidades novas, foi mantido o percentual de 80% no teto do financiamento. Antes das mudanças feitas em agosto do ano passado, a Caixa financiava até 80% de imóveis usados.

Veja como ficam as taxas de juros da Caixa:

 Taxas congeladas há 17 meses

A última redução de juros aconteceu em novembro de 2016, quando a Caixa anunciou queda de 0,25 ponto percentual ao ano para todas as linhas. Ou seja, as taxas estavam congeladas há 17 meses.

Já o limite para financiamento de imóveis usados foi reduzido duas vezes no ano passado: para 60% em agosto e para 50% em setembro.

A Caixa anunciou ainda a retomada do financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com financiamento de até 70%.

 O banco informou que possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional neste ano.

Segundo o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria, além de estimular o mercado imobiliário e a geração de empregos.

“Vai fazer com que se produza mais empreendimento na construção civil, ela vai fazer com que tenhamos mais financiamentos imobiliários e isso tem em instância final a geração de emprego e renda”, afirma Nelson Antônio de Souza, presidente da Caixa.

A iniciativa, segundo consultores, pode aquecer o mercado de imóveis que está há bastante tempo a espera de compradores. Mesmo assim, economistas dizem que comprar um imóvel para pagar a longo prazo exige planejamento.

 “O pegador de crédito deveria ter essa consciência, dinheiro ainda está caro. Sob esse ponto de vista é muito melhor ainda, por mais que a taxa de juros tenha caído, as pessoas se planejarem, fazerem as contas para tentar não antecipar esse credito, tenar poupar e para depois comprar o imóvel”, afirma o economista José Kobori.

Fonte: g1.globo.com/economia/

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