Primeiro apê: 8 dicas para começar uma vida nova!

Escolher o primeiro apartamento é um momento importante na vida de qualquer pessoa, mas repleto de dúvidas e inseguranças. Especialmente quando se decide dividir o teto pela primeira vez com um(a) parceiro(a) ou um amigo.

São inúmeras decisões a serem tomadas, como qual é o melhor imóvel, se é melhor optar por um contrato de aluguel ou entrar em um financiamento e como se organizar financeiramente. Para isso, é fundamental o auxílio de pessoas experientes no processo e que tenham um conhecimento vasto sobre esse mercado.

Assim, você sabe que não será passado para trás e, com certeza, fará o melhor negócio. Neste post, separamos 8 dicas para você passar por essa fase sem sequelas e com o melhor imóvel possível.

1- Pense nos seus planos para o futuro

Essa deve ser a primeira pergunta a ser feita no momento de decidir qual é o imóvel ideal para você adquirir ou alugar. Ela que ditará as características do imóvel, a localização e até a forma de financiamento.

Por exemplo, se os planos para os próximos 5 anos incluem um bebê, é uma boa ideia buscar um apartamento ou casa que já possuam um segundo dormitório, mesmo que isso signifique que o valor seja maior. Já se a ideia é se mudar em três anos para o exterior, um contrato de aluguel mais longo e com taxas mais baixas pode ser uma opção melhor do que a compra.

2- Dê atenção especial à localização do primeiro apartamento

A escolha da localização de um imóvel está diretamente ligada à qualidade de vida de seus moradores. Podemos garantir que passar horas no trânsito todo os dias para qualquer atividade de lazer ou para chegar ao trabalho pode se tornar um verdadeiro martírio e fazer com que vocês comecem a desgostar do imóvel que já pareceu ideal.

Por isso, avalie com atenção quais são as características de quem vai morar no imóvel e busque um que fique geograficamente próximo aos locais de lazer ou de trabalho. Uma alternativa é procurar locais que tenham uma boa oferta de transporte público ou que fique próximo de grandes vias de acesso.

3- Decida-se por um imóvel novo ou usado

Normalmente, as pessoas buscam que o primeiro apartamento também seja um apartamento novo. Mas nem sempre esse é o caso.

Imóveis novos têm o charme de nunca terem sido usados por outros moradores e terem uma área comum e instalações mais novas — o que poupa em termos de reforma e manutenção. No entanto, os preços também acompanham a novidade, o que faz com que os valores dos imóveis novos sejam mais salgados. Já os imóveis usados podem ser uma boa opção para quem busca um apartamento um pouco mais barato ou para quem gostaria de ter um pouco de folga no orçamento para alguma reforma que seja necessária.

Outro ponto interessante é que, em muitos casos, os apartamentos mais antigos podem ter uma metragem maior. Em contrapartida, eles normalmente precisarão de alguns ajustes, como troca de pisos, reforma de móveis e manutenção dos sistemas elétricos, encanamento e de gás.

4- Saiba quando usar seu FGTS

Uma das poucas maneiras em que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ser sacado pelo trabalhador, é justamente na compra do primeiro imóvel. Sim, apenas no primeiro apartamento esse valor pode ser retirado e é primordial que o imóvel tenha um habite-se.

Ou seja, imóveis ainda na planta ou em terrenos de posse não entram nesse critério. O interessante é que ele pode ser retirado para quitar, tanto a entrada quanto saldo devedor do financiamento.

Aliás, a cada dois anos, você pode retirar o valor depositado no período e abater ainda mais do montante que falta para o pagamento do imóvel. O FGTS também pode ser associado ao de um(a) parceiro(a), mesmo que não haja uma união estável ou um casamento propriamente dito entre as partes.

5- Escolha o melhor negócio financeiramente para você

Existem 4 formas mais comuns para a compra de um imóvel: financiamento imobiliário, à vista, com carta de crédito ou por meio de um consórcio. É fundamental escolher qual é o melhor para o seu bolso e que não compromete a sua saúde financeira:

  • Financiamento imobiliário: é o mais comum, mas também um dos que possuem a maior carga de juros embutida. As taxas variam bastante de banco para banco e de acordo com o nível de relacionamento que você tem com o agente financeiro — pessoas que recebem salário por aquele banco, por exemplo, costumam ter juros menores para financiamento imobiliários. Elas variam de 8 a 12% ao ano;

  • À vista: é a melhor maneira de se comprar um apartamento, porque permite uma negociação melhor no valor no imóvel e também porque não tem a incidência de juros. No entanto, é mais raro que as pessoas tenham esse valor para ser sacado tão facilmente;

  • Carta de crédito: as cartas de crédito podem ser adquiridas em agentes financeiros de diferentes valores. O comprador vai pagando mensalmente ao banco. A sacada deste método é que, quando o comprador é contemplado, ele recebe o valor integral da carta de crédito — por exemplo, R$ 200 mil — mesmo que ainda não tenha quitado todo esse valor. Essa é uma maneira interessante de levantar fundos para uma entrada sem pagar juros. O problema é que você pode demorar para ser contemplado pela carta de crédito;

  • Consórcios: a negociação e o financiamento são feitos diretamente com a construtora. Ele é mais restrito a imóveis ainda em construção. O interessante deste método é que os valores são bem mais baixos do que os de mercado e com possibilidades de negociação maiores. O problema é que eles devem ser quitados em menos tempo — enquanto durar a construção — e podem surgir gastos e atrasos não previstos, já que a obra ainda está acontecendo.

6- Calcule bem a prestação

Em financiamentos imobiliários, não é permitido que a parcela ultrapasse os 30% da renda do casal. No entanto, é bom verificar se esse valor é viável dentro dos gastos que vocês possuem mensalmente.O ideal é que o valor da parcela não ultrapasse 20% da renda líquida do casal. Lembre-se que ter um apartamento se reflete em outros gastos além da parcela como condomínio, água, gás e luz.Isso sem contar em alimentação, educação, transporte e lazer. É fundamental passar um bom tempo estudando suas finanças e gastos e avaliar se a parcela proposta pelo banco realmente se encaixa na sua realidade financeira.

7- Converse abertamente sobre dinheiro com o parceiro(a)

Escolher um primeiro apartamento juntos é um momento importante em uma relação. Mas antes de tomar esse passo, é essencial que os envolvidos consigam conversar abertamente sobre as suas finanças, suas capacidades reais de comprometimento de renda e seus gastos mensais. Essa conversa é bem importante para que não haja ruídos no relacionamento por motivos financeiros e que não apareçam dívidas não planejadas ao longo do caminho.

Além disso, converse sobre como serão feitas as divisões financeiras entre vocês. Se elas serão meio a meio ou se um será responsável por uma parcela maior.

Uma dica de economistas é fazer a divisão de acordo com os percentuais de cada um — assim, ninguém fica sobrecarregado financeiramente. Por exemplo, se uma das partes recebe 70% da renda familiar e a outra 30%, os gastos também podem ser divididos entre 70% e 30%. É interessante ter esse acordo firmado antes de se mudar.

Restou alguma dúvida sobre o assunto ou gostaria de dar uma sugestão? Deixe um comentário e até o próximo post!

8- Tenha auxílio de profissionais

A documentação necessária e os altos valores envolvidos na negociação da compra do primeiro apartamento fazem com que a ajuda de profissionais capacitados seja ainda mais essencial para que o processo seja realizado sem dor de cabeça.

Fazer toda essa negociação com uma imobiliária de confiança é uma das maneiras mais simples para facilitar todas as etapas — desde a busca pelo imóvel ideal, até juntar a papelada necessária e receber as melhores dicas em relação a financiamentos e outros métodos de pagamento.

No blog da Rotina temos muitas outras dicas para você escolher o imóvel ideal

Fonte: www.larimoveis.com.br

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Riscos de mercado: cuidados ao se negociar direto com o proprietário

Alugar e comprar um lugar para morar e ser feliz é o sonho da maioria das pessoas, não é mesmo? Afinal, quando encontramos um cantinho para chamar de lar, nossa vida faz mais sentido e nos sentimos mais realizados. Porém, com os riscos de mercado, esse negócio pode se tornar um caos — principalmente quando negociamos direto com o proprietário, sem nenhum auxílio especializado.

Para não ver o seu sonho se tornar um pesadelo, preparamos este post para você! Ele contém dicas importantes para garantir um negócio bem-sucedido e evitar possíveis riscos de mercado. Confira!

1. Faça um contrato

Um dos grandes riscos de mercado acontece ao negociar um aluguel direto com o proprietário e acabar confiando apenas na palavra falada, sem um contrato escrito para formalizar o negócio. Desse modo, sua locação não terá valor jurídico e o proprietário poderá pedir o imóvel de volta a qualquer momento.

Por isso, exija um contrato de locação autenticado em cartório. Ele garantirá a validade jurídica do seu negócio e lhe resguardará de quaisquer problemas futuros. Afinal, o que vale é sempre a palavra escrita, e não o “disse e não-disse” durante as negociações.

Nesse contrato, deverá haver todas as informações essenciais, como identificação completa do locador e do locatário (nome completo, RG, CPF e endereço atual), a identificação do imóvel, os prazos de locação e a permanência mínima, os valores, as condições de reajuste e as demais taxas.

O contrato de compra e venda, por sua vez, é muito mais burocrático. Afinal, é necessário ter a escritura do imóvel em mãos para fazer a transferência, além de passar por diversas idas e vindas em cartórios. Muitas vezes, um proprietário de má-fé poderá fazer com que você regularize toda a burocracia cartorial do imóvel, mas acabará não prosseguindo o negócio – e você terá de recorrer a Justiça para ter seu dinheiro de volta.

2. Contrate um especialista

É imprescindível contar com a ajuda de um advogado experiente nesse processo, evitando a maior parte dos riscos de mercado. O contrato de aluguel tem várias “pegadinhas” e você pode cair em uma delas. Por exemplo, o pagamento de IPTU e taxas extras de condomínio pode variar conforme o contrato.

Também não confie em contratos prontos — aqueles vendidos em livrarias e lojas de materiais de escritório. Estes são modelos padrões, que certamente não contemplarão o que você negociou.

Portanto, para não ter surpresas, procure um advogado e veja se todos os seus desejos para a nova moradia estão contemplados no contrato. Você não pode contar somente com a boa-fé do locador, por mais simpático e solícito que ele pareça.

3. Verifique a documentação do imóvel

Um dos maiores riscos de mercado é em relação as fraudes, infelizmente bem comuns no setor imobiliário. É muito frequente, por exemplo, que um dos herdeiros de um proprietário falecido alugue o imóvel sem ter os poderes de inventariante. Assim, de um dia para o outro, você pode se ver obrigado a deixar o imóvel mesmo tendo feito todos os pagamentos em dia.

Também, é frequente o caso de quem loca um imóvel que está sob leilão judicial e, de repente, o ganhador do leilão aparecerá na sua porta e se declarará o dono do imóvel.

Diante disso, a ajuda do especialista é essencial, uma vez que você dificilmente saberá quais são todos os documentos necessários e se eles são realmente autênticos.

Por isso, há uma lista de documentações básicas que você precisa conferir:

  • Certidão de Registro de Imóveis, para verificar se a pessoa com que você está negociando tem realmente o poder e a legitimidade de fazer esse negócio;

  • Certidões negativas da Justiça Federal, do Distribuidor Trabalhista e do Distribuidor Civil, que provam que aquele imóvel não é disputado em nenhum litígio de natureza civil, tributária e trabalhista;

  • Histórico de IPTU para garantir que não há dívidas atrasadas;

  • Histórico do condomínio, uma vez que há condôminos que nunca sequer pagaram uma taxa.

Dependendo do contrato, todos os eventuais débitos são considerados como próprios ao imóvel. Então, se você comprar esse imóvel, poderá acabar herdando todas as dívidas feitas pelo proprietário anterior. Com isso, aquele excelente negócio sem imobiliária pode se tornar a maior dor de cabeça.

4. Contrate um serviço especializado em vistorias

Outro problema bastante frequente quando falamos em riscos de mercado ocorre nos casos em que o proprietário ou o locador fazem uma “maquiagem” completa no imóvel, deixando-o aparentemente perfeito. Porém, com o uso, os defeitos começam a surgir e você acaba tendo de arcar com todos os consertos para poder usufruir do imóvel.

Com um serviço de vistoria é possível identificar todos os tipos de defeitos “mascarados”. A Rotina Imobiliária já conta com esse serviço justamente para garantir um bom negócio para o futuro locatário ou proprietário do imóvel. Nas locações tratadas diretamente com o proprietário, ou você conta com a sorte ou gasta um bom dinheiro vistoriando o imóvel.

5. Pesquise bem o mercado

Um dos grandes pretextos que muitas pessoas usam para fazerem negócio sem o intermédio de uma imobiliária, é o fato de que, algumas vezes, os imóveis podem ficar mais caros. Mas, isso nem sempre é verdade.

Na grande parte das imobiliárias, o proprietário acaba deixando certa “margem de manobra” para a definição do preço, que pode variar de acordo com as necessidades da demanda e também com a procura sobre o seu imóvel.

Tudo deve ser bem avaliado e, frequentemente, o barato sai caro. Entendendo e evitando os riscos de mercado, você reduz as chances de o  imóvel dos seus sonhos se tornar o seu pior pesadelo, com brigas judiciais, problemas de conforto, dívidas infindáveis, etc.

Assim, antes de alugar ou comprar uma casa ou um apartamento, siga as nossas dicas e procure sempre quem entende desse tipo de negociação! Um leigo jamais saberá dar conta de todas as minúcias e riscos de mercado imobiliário.

Você sabia de todos esses riscos de mercado? Se você achou esse conteúdo interessante, confira a nossa página no Facebook e encontre sempre dicas interessantes e práticas como essas!

Fonte: www.larimoveis.com.br

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Por que colocar placas em seu imóvel?

Surgiu dúvida na hora de colocar a placa de vende-se ou aluga-se em seu imóvel? Veja algumas dicas para saber qual a melhor forma de utilizar esse recurso de divulgação de ofertas.

As placas imobiliárias surgiram com a intenção de destacar e deixar notório para as pessoas, que os imóveis estão sendo comercializados. Com diversas opções de marketing na internet e diversos meios, muitos proprietários se questionam sobre qual seria a melhor estratégia nesses casos.

É interessante notar, que mesmo com toda a exposição e difusão de comunicação pelas redes sociais, ainda há quem prefira caminhar pelos bairros que pretende morar para verificar o que está disponível ou está apenas passando pelo local e enxergando a placa decide entrar em contato.

IMPORTANTE:

Uma dica interessante é notar a quantidade de placas que são colocadas no imóvel, não se esqueça nesses casos: menos é mais. Porque caso você coloque muitas placas pode passar uma impressão de desespero ou problemas no imóvel, em função da quantidade de placas, acabando por espantar possíveis clientes. Até porque visualmente a fachada do imóvel ficará extremamente poluída e ao invés de destacar os atrativos do imóvel você estará apenas destacando as imobiliárias e corretores que estão buscando fechar o negócio.

Sabendo disso, a Rotina Imobiliária conta com uma equipe altamente capacitada para realizar a instalação e manutenção de nossas placas.  Então, não há com o que se preocupar!

Fonte: parceirosdigitais.com.br

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Assine o contrato do seu imóvel em poucas horas pela Rotina Imobiliária

A Rotina Imobiliária  traz para os clientes a possibilidade da assinatura digital para contrato de venda e aluguel de imóvel em Uberlândia. Essa facilidade faz com que todos os participantes do contrato possam assinar o documento em instantes, de onde estiverem. Seja pelo computador ou pelo celular!

A maior vantagem da assinatura digital da Rotina Imobiliária é fazer com que você tenha um contrato válido assinado rapidamente. Mas as facilidades vão muito além. Confira alguns problemas comuns durante o processo de assinatura de contratos e como a assinatura digital resolve eles para você não se preocupar com nada!

  • Dificuldade em colher as assinaturas

Primeiro, em relação aos moradores de outras cidades. Era necessário assinar, digitalizar o contrato, enviar por e-mail para outra pessoa assinar e mandar de volta o documento. Às vezes, essa “ida e vinda” poderia demorar dias.

E mesmo para quem é de Uberlândia, a logística de encontrar todos os participantes para a assinatura do contrato nem sempre é fácil. Afinal, todo mundo tem compromissos durante o dia e a vontade de mudar logo para o imóvel é sempre grande.

PROBLEMA: Esse vai e vem do contrato era o que mais dificultava a agilidade da finalização do processo. O que poderia ser resolvido em pouquíssimo tempo, acabava demorando e trazendo dor de cabeça.

COMO RESOLVEMOS: Com a nova possibilidade de assinatura digital para contrato de venda e aluguel de imóvel em Uberlândia, cada cliente assina a sua parte sem precisar enviar nada para ninguém e sem precisar esperar outra pessoa assinar. Todo o processo é online e automático pela plataforma parceira da Rotina Imobiliária.

É bem simples: os envolvidos no contrato recebem o documento por e-mail e aí é só assinar pela internet através da sua assinatura digital personalizada pela própria plataforma. Pronto, sua parte está feita!

  • Erros na assinatura do contrato

Outra questão muito comum que atrasava a finalização do contrato era quando um dos envolvidos deixavam de assinar alguma folha do documento. Existiam casos, também, em que não assinavam no local certo.

Aí o cliente chegava na imobiliária com o documento em mãos. Todo feliz achando que ia finalmente se mudar para o novo imóvel… E logo descobria que tinha algum erro nessas assinaturas e que era preciso correr atrás de novo dessa pessoa.

PROBLEMA: Atrasos e retrabalho por conta de alguma das partes interessadas que assinaram em algum lugar errado ou que deixaram de assinar em todos os campos obrigatórios.

COMO RESOLVEMOS: A plataforma de assinatura digital da Rotina Imobiliária indica, dentro do contrato, onde todos os envolvidos (inquilino e fiador, por exemplo) devem assinar. É só abrir o documento e ver as marcações destacadas que o sistema faz para você assinar certinho onde deve ser. Assim não tem jeito de pular uma página ou não saber onde assinar!

  • Benefícios para a sua segurança e praticidade 

Lembrando que, se você quiser continuar assinando os contratos do modo tradicional, sem problemas! Essa é só mais uma opção para ajudar no seu dia a dia.

Toda a equipe da Rotina Imobiliária foi treinada para garantir que a utilização da assinatura digital seja um processo fácil, rápido e, principalmente, seguro para todos os clientes.

Essa é uma tecnologia usadas em diversos serviços mundiais, como é o caso de bancos e hotéis. Para garantir a veracidade de cada assinatura, são tomadas algumas medidas de segurança. A confirmação por SMS no celular, além de verificação pelo ID do computador, são algumas delas.

E tem mais vantagem da assinatura digital para contrato de venda e aluguel de imóvel em Uberlândia. Você recebe, também por e-mail, a sua cópia do contrato finalizado com todas as assinaturas. Não precisa ficar guardando nenhum papel. Até porque é muito comum que logo, logo a gente se esqueça de onde o deixou).

Ficou alguma dúvida? Entre em contato com a gente! 

Agora que já sabe como é fácil fechar negócio com a Rotina Imobiliária, só falta escolher o seu imóvel ideal em nosso site.

 

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