4 casas mais desejadas para aluguel

Confira as 4 casas mais desejadas ao longo desta última semana em Uberlândia:

Casa 3 Quartos no Santa Mônica│R$ 1. 900,00

Garagem para 2 carros, 1 suite,/ box, cozinha com armários, área de lazer com churrasqueira, piscina, ducha, 170m².

Saiba mais: Código: 525463

Apartamento 3 Quartos no Jardim das Acácias│R$ 4.200,00

Casa sobrado com lavabo, ampla cozinha com armários, home office com banheiro, ampla varanda, edícula com 2 quartos, varanda gourmet com fogão a lenha, forno e churrasqueira, 5 vagas de garagem, 450m².

Saiba mais: Código: 533479

Casa 3 Quartos no Vigilato Pereira │R$ 2.400,00

2 garagens, lavabo, 1 suite, cozinha planejada, lavanderia, quintal, 200m².

Saiba mais: Código: 533479

Casa 3 Quartos no Roosevelt │R$ 900,00

Excelente acabamento e ótima localização com 1 vaga de garagem, 1 suite com blindex, copa/cozinha com mesa em granito, área de serviço, banheiro externo, toda reformada, 90m².

Saiba mais: Código: 525519

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Alugar um imóvel vai muito além de não ter o percentual mínimo de entrada exigido pelos bancos.

No geral, o aluguel te possibilita conhecer vários bairros e regiões antes de assumir um compromisso de longo prazo, planejar a necessidade de um apartamento maior, ou mesmo se resguardar em casos de incerteza profissional.

Se identificou com alguma dessas situações? Confira os 7 apartamentos mais desejados ao longo desta última semana em Uberlândia:

Apartamento 3 Quartos no Bairro Brasil │R$ 900,00

Esta é uma oportunidade para quem busca preço do aluguel + condomínio em torno de R$ 1.060,00.

2 garagens | sistema de segurança | sala com sacada | 1 suite com armário | 130m²

Saiba mais: Código: 516591

 

Apartamento 2 Quartos no Tubalina│R$ 850,00

Apartamento isento de condomínio! 🙂

1 vaga de garagem | elevador | 1 suite com blindex | 60m²

Saiba mais: Código: 530854

 

Apartamento 2 Quartos no Aparecida │R$ 1400,00

Alguém para dividir os custos? Esta opção, além de completa, fica bem na região central…

Aluguel + condomínio na faixa dos R$ 1.700,00.

1ª locação | portaria 12hs(noite) | 2 elevadores, gás canalizado | 1 vaga de garagem para 2 carros | 1 suite com blindex | 82m²

Saiba mais: Código: 533866

 

Apartamento 4 Quartos no Martins │R$ 950,00

Vista Panorâmica em um dos bairros mais desejados da cidade!

Portaria 24h | salão de festas | 02 elevadores | garagem para 1 carro | 1 suite com blindex | 90m²

Saiba mais: Código: 531955

 

Apartamento 2 Quartos no Santa Mônica │R$ 770,00

Aluguel + condomínio = R$ 935,00! 🙂

1 garagem | sacada | 60m²

Saiba mais: Código: 526484

 

Apartamento 3 Quartos no Tubalina │R$ 850,00

Esta é uma oportunidade para quem busca preço do aluguel + condomínio em torno de R$ 1.320,00.

Portaria 24hrs | playground | salão de festas | quadra de esportes | elevador | sacada |1 suite | 80m².

Saiba mais: Código: 531032

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Entenda o reajuste de aluguel

O aluguel de imóveis é uma ótima alternativa para muitas pessoas. Quem deseja começar a economizar para a casa própria, por exemplo, pode escolher um local mais barato. Já quem precisa de flexibilidade encontra nessa opção a solução perfeita para não se preocupar.

No entanto, uma dificuldade que ronda a mente dos inquilinos tem a ver com o reajuste do aluguel.

Em 2018, por exemplo, o custo médio do reajuste cresceu 2,33%. Com isso, muita gente tem receio de firmar um contrato e, depois, ter dificuldades para quitar o valor mensal.

Portanto, para fugir do fantasma do reajuste do aluguel, entenda esse processo de uma vez por todas e saiba como se preparar melhor.

Como essa alteração no preço funciona?

A modificação mais frequente tem a ver com as alterações anuais. Ela ocorre baseada em um índice, que acompanha certos movimentos financeiros de todo o país.

Assim, quando a economia vai bem, é comum que os índices sejam menores. Já quando há dificuldades, como juros e inflação com números altos, o reajuste também acompanha essa tendência.

Mas, como essa taxa é calculada?

Muitos contratos utilizam o Índice Geral de Preços e Mercado (IGP-M). Basicamente, ele mede o quão mais caro os elementos têm ficado, já que o Brasil é um país impactado pela inflação. No entanto, há outros indicadores que podem ser usados, como:

  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC);
  • Índice de Preços ao Consumidor (IPC);
  • Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
  • Entre outros.

O índice é escolhido no momento do contrato, que recebe a aprovação do locador e do locatário. Se ambos concordarem, é possível alterar o que será utilizado.

Casos especiais

Vale a pena notar que, em alguns casos, o valor calculado é negativo. Ocorre a chamada deflação, o que leva a preços estáveis. No momento de reajustar, o preço se mantém, já que, em geral, não há a previsão para redução do total a ser pago.

A incidência dos índices sempre acontece na data de aniversário do contrato e somente uma vez por ano.

Imagine alguém que alugou um apartamento em abril de 2018. A incidência do reajuste do aluguel só acontecerá em abril de 2019 e assim sucessivamente. O cálculo é bem simples e basta acrescentar o valor do consolidado no ano ao custo do aluguel.

Também há outra possibilidade que deve ser considerada. Basicamente, ela tem a ver com o período de encerramento do contrato. Quando ele é extinto — ainda que seja passível de renovação —, o gasto pode ser alterado acima dos indicadores.

Pense, por exemplo, em quem alugou um imóvel em abril de 2018 por 3 anos. Em abril de 2019 e 2020, o reajuste ocorre apenas pelo índice. Em 2021, entretanto, o proprietário pode aumentar o valor de acordo com os seus interesses, pois, não há mais o contrato.

No entanto, a maior parte dos proprietários deseja manter a previsibilidade de locação.

Com isso, é comum que o aumento no encerramento de contrato não seja tão grande. Muitas vezes, ele nem sequer existe e o responsável opta por deixar apenas a alteração gerada pelo índice.

Porque essa prática é prevista em contrato?

Além da preocupação, muita gente tem dúvidas sobre o por que acontece o reajuste do aluguel.

Primeiramente, trata-se de uma prática prevista pela Lei do Inquilinato. Então, é muito comum que os contratos já tragam qual é o índice a ser usado para calcular o aumento dos custos.

Isso acontece como um meio de evitar a desvalorização e prevenir a perda de poder de compra. Afinal, a inflação “corrói” o quanto uma pessoa consegue gastar com a mesma quantia. Se, de um ano para o outro, a inflação é de 5%, uma nota de R$ 100,00 só tem poder de compra de R$ 95,00.

Sem o reajuste, portanto, o proprietário sofreria com ganhos defasados. Na prática, isso comprometeria a rentabilidade e até serviria para desvalorizar o imóvel.

Por outro lado, deixar que o processo aconteça por conta própria aumentaria as probabilidades de cobranças abusivas.

Afinal, a inflação poderia crescer apenas 1% e o locador teria a chance de cobrar o quanto quisesse, como 2%, 5% ou mesmo 15%. De certo modo, essa cláusula de contrato também ajuda o inquilino a se precaver.

Como se planejar para o reajuste do aluguel?

Se não quiser sofrer com essa possibilidade de aumento, a dica é se preparar. Com um bom planejamento financeiro, você conseguirá diminuir o impacto do reajuste anual e, desse modo, poderá obter melhores resultados.

Para não ter dúvidas sobre como se planejar, veja algumas dicas para encarar esse momento com total tranquilidade!

Assine como uma imobiliária

Como falado, a escolha de um índice previsto no acordo é benéfico para os dois lados. O locatário, principalmente, não sofre com aumentos abusivos e consegue controlar melhor o valor.

Ao assinar um contrato que não estabelece o indicador, entretanto, o inquilino fica desprotegido. Sem a definição de um elemento indexado, há o risco de o locador definir o montante a ser ampliado por conta própria.

Dessa forma, se quiser ter previsibilidade e segurança, o ideal é fechar com uma imobiliária. Com profissionais qualificados, o empreendimento estabelece corretamente os indicadores e faz com que tudo seja seguro. Assim, não há o risco de algo de ocorrer fora do combinado.

Acompanhe as notícias da economia nacional

Quem vive de aluguel, muitas vezes, sofre com a ansiedade quando o final do ano se aproxima. Afinal, é nesse período em que é divulgado o valor consolidado dos índices e, portanto, do reajuste do aluguel.

No entanto, você não precisa ficar sofrendo por causa disso. É possível se antecipar e ter uma ideia de como será após o aniversário do acordo. Assim, é mais fácil já se planejar quanto aos custos. Para tanto, basta estar atento às notícias.

É comum que, mensalmente, sejam divulgadas informações sobre os índices e o acumulado. Ao ficar atento, você não terá nenhuma surpresa quando o resultado consolidado for divulgado.

Calcule quanto será o aumento efetivo

Depois de saber qual é o valor do índice, é o momento de entender a sua aplicação prática. Assim, fica fácil se planejar para fazer o pagamento de acordo com as necessidades. Portanto, é hora de calcular o novo preço a ser pago.

Basta multiplicar o índice pelo aluguel e, com o resultado, somar com o que já é pago atualmente. Pense, por exemplo, que você paga R$ 3 mil pelo aluguel de uma casa. Se, no final do ano, o índice for de 3%, o impacto é de R$ 90,00. Na prática, o novo valor de aluguel será de R$ 3.090,00.

Se tiver dificuldade com os cálculos, não é preciso se preocupar. O Banco Central apresenta uma calculadora com índices e correções de preços. Basta selecionar o início e o fim do contrato, apontar qual é o índice acordado e o aluguel. Com um clique, você saberá o quanto terá de pagar.

Entenda a mudança no seu salário

Para quem trabalha com a carteira assinada, é comum que o valor do salário seja atualizado de acordo com a inflação. Na teoria, é um jeito de evitar que o trabalhador perca poder de compra.

Como os índices de elevação de aluguel estão ligados à inflação, é frequente que os aumentos nos gastos sejam equivalentes aos ganhos. Então, você precisa se preocupar menos.

Já quem for autônomo ou terceirizado, normalmente, tem que tomar mais cuidado. Preveja uma mudança na precificação dos seus serviços ou veja se existe algum reajuste para diminuir os impactos dessa elevação.

Abra espaço nas finanças para o reajuste

Já que o aumento acontece de forma automática, o melhor é já deixar o orçamento preparado para tal cenário. Veja, primeiramente, quando ocorre o vencimento do contrato. Confira se o período coincide com algum outro custo destacável, como viagem de férias, imposto do carro ou Imposto de Renda.

Depois, estabeleça como esse aumento vai se encaixar no orçamento. Redistribua os gastos de acordo com cada setor e, se for preciso, preveja alguns cortes — mesmo que temporários.

Com um bom plano nesse sentido, vai ser mais fácil se adaptar ao novo valor a ser pago. Assim, as finanças familiares não vão sofrer e nem ficar no vermelho.

O reajuste do aluguel é um processo comum e que acontece, em média, uma vez por ano. Com esses cuidados, você conseguirá prever os gastos e eles não serão um incômodo econômico a cada ano.

Fonte: www.larimoveis.com.br/blog
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Confira 4 motivos para não ter medo de alugar um imóvel

De fato, usufruir de algo que não é necessariamente seu pode soar confuso, principalmente se você desconhece os seus direitos. Mas, com o devido amparo, alugar pode ser a solução para vários de seus problemas.

Como? Confira os 4 principais motivos:

1 – Você não precisa de um fiador para alugar um imóvel

Foi-se o tempo em que não ter um fiador era condição determinante para abandonar o sonho de alugar um imóvel. Ainda que a fiança seja o meio mais utilizado, o mercado imobiliário já disponibiliza outras formas de assegurar o proprietário.

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Assim, se você não tiver um amigo de fé, irmão camarada, opções como seguro fiança e título de capitalização, podem não só substituir o fiador como tornar o processo de locação ainda mais rápido.

Há ainda imobiliárias que dispensam a comprovação de renda e minimizam essa burocracia com uma opção que permite utilizar o seu cartão de crédito para assumir as despesas. O valor cobrado no cartão dá maior tranquilidade para alugar imóveis sem se preocupar com outras garantias.

2 – Mesmo que você queira comprar, alugar é uma alternativa

Se você quer comprar seu imóvel, mas ainda está na dúvida sobre localização e perfil, alugar um imóvel irá te permitir conhecer vários bairros, regiões ou mesmo cidades antes de assumir um compromisso de longo prazo. Com a possibilidade de transitar entre diferentes imóveis, você terá mais tempo para conhecer e avaliar os prós e contras de cada um.

Segundo as estimativas, o Brasileiro tem por hábito buscar imóveis no local onde nasceram ou foram criados. Porém, ficar apegado a esta realidade pode não só limitar suas chances como te impedir de conhecer outras opções semelhantes às que você procura e com melhores condições.

Em Belo Horizonte por exemplo, há muitos bairros próximos uns aos outros com perfis parecidos e preços bastante distintos. Dessa forma, ampliando o leque, você pode, por exemplo, alugar um imóvel melhor do que o esperado em um lugar com as mesmas características.

3 – Sua incerteza profissional não é empecilho, é solução!

Tomar uma decisão a longo prazo é sempre mais difícil quando há uma incerteza profissional. Porém, felizmente, se ela existe, alugar um imóvel continua sendo a melhor alternativa.

No geral, os contratos de locação, permitem a rescisão sem multa, caso o profissional seja transferido por seu empregador para atuar em outra cidade.

4 –  A lei também está a seu favor

Ainda sobre os contratos de aluguel, podemos ressaltar que esta é uma ação comum em qualquer negociação independentemente de onde você estiver. Se bem-feita e com o apoio de profissionais idôneos no mercado, ele irá garantir toda a tranquilidade necessária.

Alugar um imóvel com o respaldo de um contrato, por mais simples que ele seja, profissionaliza o acordo, e garante maior responsabilidade aos envolvidos.

Além do contrato, a Lei do Inquilinato (n. 8.245, de 18 de outubro de 1991) que regulamenta o mercado de aluguéis residenciais e comerciais no Brasil estabelece obrigações específicas para locador e locatário, de forma a direcionar a conduta de cada um durante todo o período de locação.

Assim, ainda que você tenha problemas contratuais, com o amparo legal, se o proprietário agir de forma contrária ao que foi pré-estabelecido, esse contrato servirá como ferramenta para um possível acordo.

É claro que alugar um imóvel não é uma tarefa simples, mas, também não precisa ser (e não é) um bicho de sete cabeças!

Fonte: www.casamineira.com.br/blog
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