Animais de estimação: É certo proibir em condomínio?

Para falar sobre a relação entre o homem e seu animal de estimação, vamos precisar voltar aproximadamente 30 anos na história, quando era promulgada a chamada Constituição Cidadã.

Nela, que ficou conhecida como marco de uma nova era para as relações sociais no Brasil, foram definidas normas para o bom convívio e desenvolvimento social do cidadão, assim, uma delas – mais precisamente no âmbito familiar, norteará a nossa discussão: a relação baseada no afeto. Pra ser mais específico, e retomando a ideia principal desse artigo, a relação entre o ser humano e seu animal de estimação, passou a ser junto a afetividade um princípio constitucional – ou seja, permitido por lei.

Mas por que ainda proíbem animais de estimação em condomínio?

Ainda que embasados pela legislação e código civil, a convenção é uma espécie de lei que rege a relação dos condomínios e assim como promulgada na constituição acima citada, vivemos em uma democracia e regras devem ser respeitadas. No entanto, o que geralmente ocorre, é que essas convenções e regulamentos internos, nunca foram atualizados, ou seja, foram criados sob a vigência de outra constituição.  Mesmo porque, as mais atuais, trazem no máximo uma limitação do número de animais ou tamanho.

No geral, para prevalecer a proibição, será preciso comprovar prejuízo à saúde e  segurança dos moradores. O ideal é que o condomínio crie normas de convivência para garantir a harmonia dos mesmos e que os próprios donos de animais sigam algumas condutas para a utilização das áreas comuns do prédio, além de, claro, zelar pelos condôminos, mantendo por exemplo, a vacinação em dia e criando formas para manter o animal mais sociável.

Há algum tamanho que não pode ser aceito?

Ainda que essa proibição fosse devida, o tamanho do animal não seria necessariamente o fator decisório para ela. As principais alegações esbarram no que os especialistas chamam de 3 “S’s” – salubridade, sossego e segurança, caso o animal e seu dono cumpram estes requisitados, pela lei, está liberado. Mesmo porque, trazendo para uma realidade bem próxima, sabe-se que muitas vezes, um poodle pode fazer mais barulho  que um Labrador.

Ainda assim, vale ressaltar que, caso o próprio condômino não se preocupe com o animal e pelos problemas por ele causados, os demais moradores podem tomar as providências cabíveis. Á propósito, o temido barulho, é segurado por lei um “direito de vizinhança” e este, além da ação do síndico, permite que o morador recorra ao judiciário isoladamente.

Quando moramos em um condomínio, temos que ponderar nossas ações para não atrapalhar e/ou ultrapassar a liberdade dos demais. A atuação principal do condomínio ou mesmo de sua convenção e regimento interno é sempre observar os direitos e deveres, e o que eles podem primar por estes mantendo o bom senso.

Por fim, ainda que a constituição e o código civil “proíba proibir” estes animais em condomínio, é necessário observar  as regras internas, mesmo porque, como dissemos, o direito, o bem e a vontade da maioria devem sempre ser respeitados. No entanto, judicialmente falando, não há lei que proíba a convivência com o seu melhor amigo.

Fonte: www.casamineira.com.br/blog
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Aprenda a aproveitar os espaços de apartamentos pequenos

Viva melhor em imóveis menores seguindo estas dicas

É uma tendência, os apartamentos novos estão cada vez mais compactos. E, para conseguir mais espaço, é preciso desembolsar bem mais dinheiro do que era preciso há alguns anos. De certa forma, esse novo cenário tem obrigado muita gente a se virar em espaços menores e mais otimizados.

Para quem morava em casas ou apartamentos maiores e acabou acumulando muitas coisas ao longo dos anos tem algumas opções, como se livrar do que for “supérfluo” e manter apenas o que vale a pena, ou encontra formas de armazenar o que não pode doar e jogar fora.

Separamos algumas dicas para te inspirar a aprender a viver melhor em apartamentos compactos:

Mantenha a organização

Pode ser que a bagunça demore a aparecer em um imóvel amplo, mas em um apartamento compacto, acontece ao contrário. A organização que você vai ter no seu espaço é o que vai ditar a sua boa convivência num cômodo pequeno.

É através dessa noção de cuidado, ainda, que o seu senso de desapego pode funcionar de forma mais aguçada. Você vai abrir mão bem mais fácil de algo que não precise ter. Por exemplo, siga uma ordem de prioridades sobre o que você usa com frequência. Se só usa às vezes, porque precisa ficar espalhado pela casa?

Tente!

Use sua parede de maneira inteligente

Aproveite ao máximo os espaços verticais do seu apartamento. Retire os porta-retratos dos aparadores e cômodas e coloque-os na parede como quadros. Use e abuse das prateleiras para pregar objetos, ganchos para pendurar chaves, prateleiras e afins.

Por exemplo, uma bike que você usa todos os dias e que ocuparia um espaço enorme no seu apartamento pode ficar suspensa em pregadores próprios para a sua sustentação na parede. Simples, não?

Espelhos dão sensação de ampliação

A decoração de um apartamento pode influenciar muito na melhor otimização dos seus espaços. Por isso, considere investir no posicionamento estratégico de espelhos para causar a sensação de continuidade.

Sua sala pode ganhar um espaço a mais só com esse truque. Legal, não?

Móveis adequados

Você pode imaginar o desastre de usar móveis grandes demais em espaços pequenos. Nos casos em que você se mudar para ambientes menores, é válido considerar armazenar seus móveis em um local propício ou vendê-los e fazer novos sob medida para o espaço.

Por mais que pareça que você está perdendo espaço para estoque de coisas, fazendo tudo do jeito certo, na verdade está otimizando os seus cômodos. Tudo isso sem atravancar sua sala, quarto, cozinha, entre outros.

Armazene itens indispensáveis

Nem sempre nós podemos abrir mão de objetos só porque vamos nos mudar para uma casa menor. Ou ainda, deixar de comprar algo porque não teria espaço para guardar em casa, até porque pode ser que seja até pior manter itens de uso programado armazenados em residências de maneira inadequada.

Por exemplo, pode ser que você tenha móveis de herança, que não quer se desfazer, mas que não cabem mais em casa. Você pode recorrer a uma solução de armazenamento seguro, como um self, que trabalha com o aluguel de boxes para a guarda do que você precisar.

Outra possibilidade é para materiais esportivos que você usa sazonalmente. Equipamentos para esquiar, caiaques, raquetes de tênis. Eles exigem cuidados especiais de armazenamento, ou podem se deteriorar muito mais fácil em ambientes úmidos em excesso.

Ao alugar um box, você pode armazenar o que quiser, pelo tempo que quiser e sem multas contratuais quando quiser rescindir contrato. Você não gasta com IPTU, condomínio, manutenção e segurança.

Todo já está incluído dentro do valor único que você paga, e dá para aumentar o tamanho do box sempre que você quiser. É como se fosse uma extensão do seu apartamento, só que muito mais seguro.

Fonte: www.lopes.com.br/blog
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Proprietário que aluga imóvel pode continuar usando o condomínio?

Uma das vantagens de morar em um condomínio é aproveitar as áreas comuns disponíveis: piscina, academia, salão de festas, espaço gourmet, playground para as crianças… Todos eles valorizam o condomínio e trazem benefícios para os moradores.

Mas quem pode, por lei, ter acesso a esses lugares: só quem mora no condomínio ou os proprietários locadores?

Confira abaixo!

Como se caracteriza a locação?

A locação pode ser caracterizada como a entrega da posse direta do imóvel, do locador para o locatário. A posse indireta, no entanto, permanece sendo do locador. Quando se trata de um condomínio, o locatário não recebe apenas a unidade imobiliária, mas também suas partes acessórias: academia, salão de festas, piscina, etc.

Porém, como dono indireto do condomínio, o proprietário ou locador, muitas vezes, ainda insiste em utilizar essas áreas – mesmo quando seu apartamento está alugado para outras pessoas. O que a lei diz sobre isso?

Proprietário que loca imóvel pode continuar usando o condomínio?

Na verdade, a lei brasileira não expressa nada sobre esse tema. Nesses casos, é comum que a sociedade estabeleça um senso comum. Por isso, o mais indicado é que cada condomínio determine e expresse suas próprias normas de restrição ou não do uso das áreas comuns pelos locadores.

Pode-se determinar, por exemplo, que as quadras, piscinas, churrasqueiras e outras áreas comuns sejam utilizadas apenas pelos ocupantes das unidades dos condomínios e seus convidados, restringindo o uso por parte dos locadores.

O controle de acesso pode ajuda nesse momento: com catracas de acesso, como a catraca pedestal e a catraca eletrônica, você pode controlar quem entra em todos os espaços comuns do condomínio.

Para determinar quem pode utilizar a área comum do seu condomínio, tenha uma regulamentação que todos os condôminos conheçam e acompanhe de perto o cumprimento das normas.

Isso vai garantir a segurança e o conforto dos moradores em seu condomínio!

Fonte: https://www.lopes.com.br/blog
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Porcelanato retificado: Saiba como escolher o ideal

 O porcelanato retificado ganhou o posto preferido entre os brasileiros, virou um objeto de consumo pela beleza e todo o requinte que demonstra logo no primeiro contato.

Na decoração de ambientes modernos, o porcelanato retificado pode substituir outros materiais como a madeira e as pedras naturais.

A instalação do porcelanato retificado, permite que as peças sejam colocadas próximas para diminuir o espaço do rejunte, necessitando de pouca massa.

Como notar quando o porcelanato é retificado?

A primeira coisa que se deve notar ao comprar um porcelanato retificado, é se a borda for reta. Quando a borda é arredondada o piso não é retificado.

Produtos retificados possuem muitas vantagens, mas a melhor é a possibilidade de utilizar uma junta pequena, o que minimiza a aparência do rejunte dando a impressão de ser uma peça continua.

Vantagens:

– Utilização de pouco rejunte

– Visual clean e moderno

– Fácil manutenção

– Uniformidade na instalação das peças

Porcelanato retificado polido: Áreas molhadas

O porcelanato retificado polido tem uma superfície lisa e brilhante, o que torna as peças mais escorregadias que as peças texturizadas. Essas peças são legais de utilizar na decoração de salas de estar, por conta do seu alto brilho e visual requintado.

Como o Porcelanato retificado polido está sujeito a riscos e manchas por conta da umidade, evite colocar o revestimento em áreas molhadas como banheiro, cozinha, quintal e área da piscina.

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Manutenção e limpeza

A manutenção dos Porcelanato retificado é feita a partir da aparência das peças. Ou seja, a limpeza e o tipo de produto a ser usado é diferente para pisos foscos, brilhantes, antiderrapantes, entre outros modelos. Algo que também deve ser levado em conta é a propriedade de cada piso, porque eles podem acabar ficando manchados ou apresentar aspectos de sujeira se não receberem o uso de produtos corretos na limpeza.

Fonte: https://www.lopes.com.br/blog
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