Dicas para decorar a mesa de jantar

Primeiro é preciso escolher o tema, o tom ou o estilo do seu jantar. Pode ser algo que combine com o cardápio. Dependendo do que você vai servir, pode-se fazer uma decoração mais simples ou mais elaborada. Depende da atmosfera que você quer criar nesse almoço ou jantar.

Escolhido o estilo, isso irá influenciar em qual será a paleta de cores utilizadas, que tipo de enfeites irá usar, que tipo de louça, os talheres, os copos, as taças…. Tudo harmonizando com o tema inicial que foi determinado.

Você pode decidir por uma toalha específica, ou por jogo americano. Dentro desse nicho, existem muitas opções, desde um design mais limpo e simples, até um mais complexo e produzido. Usando qualquer um dos dois podemos obter um resultado tanto sofisticado quanto singelo. Há uma grande variedade de tecidos para escolher. Como por exemplo linho, algodão, cetim, renda, bordados, poliéster, seda e organza. Fora as estampas disponíveis no mercado, se essa for a sua escolha na hora de decorar a mesa.

Tanto uma estampa pequena, quanto grande, hoje em dia podem ficar agradáveis. O segredo é buscar coerência com pontos em comum na decoração. Por exemplo, se você escolhe um tema mais rústico, e tem uma mesa de madeira, pode usar um jogo americano de linho cru que tenha estampas de folhas verdes. Assim também com os pratos e os talheres. Seria possível utilizar talheres com cabos em bambu, pratos em tons de azul, verde ou branco, com uma porcelana com acabamento mais arrojado, podendo ter estampas também. Além é claro dos copos e taças a combinar.

decorar a mesa

Além disso, também pode-se colocar arranjos de flores, velas, e objetos decorativos com ornem com a decor.

Já, se fosse uma decoração mais sofisticada, os materiais usados seriam outros. Os talheres por exemplo seriam de aço inox trabalhado ou até mesmo prata. A toalha ou jogo americano seria de um tecido mais nobre. As taças poderiam ser de cristal. E assim por diante.

Selecionamos alguns exemplos de decorações de mesa para te inspirar um pouco.

decorar a mesa

decorar a mesa

Outra coisa importante e que facilita muito, é saber a disposição dos pratos, talheres e copos na mesa. Mas, para um jantar ou almoço mais simples não precisamos de tantos objetos. É só adaptar.

Separamos uma ilustração que mostra exatamente como organizar essas peças na mesa.

decorar a mesa

Dessa forma, decorar a mesa ficou muito mais descomplicado.

Fonte: https://www.lopes.com.br/blog
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Saiba como escolher o colchão certo para você

Para ter uma boa noite de sono e recarregar as energias, um bom colchão é fundamental. Além do desconforto, passar a noite no colchão errado pode provocar insônia, câimbras, dores musculares, dores nas costas e na região lombar. Sem contar a irritabilidade e a falta de concentração no dia seguinte.

Se você percebe que acorda cansado mesmo depois de um tempo de sono regular, precisa rapidamente investir em um colchão adequado. Não se preocupe, pois, neste post, nós explicamos tudo sobre como escolher o colchão ideal para suas noites de sono!

Na hora de comprar um colchão ideal, podem surgir dúvidas, principalmente para os menos entendidos do assunto.

Como escolher o colchão ideal:

Alguns fatores devem ser levados em conta na hora de escolha:

– Peso e altura

– Densidade do colchão

– Espessura do colchão

– Tamanho da cama

Com essas informações em mente, é hora de começar a busca. Procure sempre experimentar o colchão, ainda que você opte por comprar pela internet, vá á loja para sentir o produto. Deite e veja se é confortável para você.

O colchão deve ser confortável, não pode ser nem mole nem duro demais, deixar a coluna alinhada e os músculos relaxados. Quando o colchão é muito mole, pode entortar a coluna e causar dores nas costas. Já o colchão duro demais pode cansar a musculatura, provocando dores nos ombros, quadris e juntas.

Foto: Colchões e sonos

Tipos de colchão:

Existem diversos tipos de colchão, com diferentes características para atender ás mais diversas necessidades. Saiba mais sobre eles para comprar o modelo mais adequado para você.

Colchão de espuma:

O colchão de espuma o tipo mais comum e também o mais vendido. Pode ser encontrado em alturas e densidades variadas. Por ser mais barato, pode ser trocado com frequência, já que a espuma tende a deformar.

Colchão de molas:

Os colchões de molas são divididos em duas categorias: Molas bonnel ou molas ensacadas.

A diferença entre os dois é que, enquanto um tem as molas entrelaçadas e cobertas por uma camada de espuma, o outro, como o nome já diz, tem as molas ensacadas uma a uma, o que o torna mais estável e firme.

Colchão de Viscoelático:

Na verdade, é uma espuma, mas com tecnologia especial desenvolvida pela NASA. Esse tipo de espuma é anatômico e se molda facilmente ao corpo, o que o torna uma excelente opção.

No entanto, como tem o benefício de se adaptar perfeitamente ao corpo, o preço dele também é mais alto em relação ao dos outros tipos.

Depois dessas dicas, você vai ficar pronto para cair na cama e acordar se sentido revigorado. Lembre-se de que, ao comprar um colchão, você está investindo na sua saúde.

Fonte: www.lopes.com.br/blog
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Conheça 5 formas de reduzir o pó da sua casa

Quais os riscos do excesso de pó em casa?

O excesso de pó em casa é responsável por diversos problemas, desde questões de saúde sérias como também relacionados ao bem-estar no ambiente, visto que uma casa com poeira é desconfortável e desagradável.

Apesar da questão da sujeira ocasionar esse desconforto, atualmente, os problemas de saúde são as ocorrências mais graves de uma casa com muita poeira e é impossível evitá-la completamente, seja em apartamentos ou casas.

Entre as ocorrências mais comuns e graves dessa condição estão as doenças respiratórias como asma, bronquite e rinite alérgica. Conheça mais sobre elas a seguir:

  • asma: consiste em uma inflamação dos brônquios podendo ser disparada por agentes irritantes, sendo que a poeira doméstica afeta a maior parte dos asmáticos, podendo gerar crises que causam chiado no peito, tosse e falta de ar;
  • bronquite: é uma doença provocada pela inflamação das vias que levam o ar aos pulmões. A versão crônica da doença é um tipo de DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) que pode desenvolver-se por causa da inalação de gases tóxicos, poluição e poeira;
  • rinite alérgica: é uma reação imunológica do organismo quando considera estranhas as partículas que foram inaladas provocando espirros, coceira no nariz, obstrução nasal e coriza. A poeira doméstica é a principal responsável pela rinite que também é provocada pelo pólen e alguns alimentos.

Não à toa a poeira doméstica está tão relacionada com problemas de saúde, pois ela é composta por fungos, ácaros, bactérias, restos de pelos de animais e descamação da pele humana.

Dessa forma, os cuidados com a limpeza da casa são muito importantes para manutenção da qualidade de vida e saúde dos moradores.

Como diminuir o pó de casa?

Dados os graves problemas de saúde relacionados com a poeira doméstica é importante conhecer alternativas que permitem minimizar essa ocorrência, ainda que não seja possível evitá-la completamente. Confira 5 dicas de como diminuir o pó de casa!

1. Descarte o que não for usar

Um dos hábitos mais relacionados com a poeira é o da acumulação desenfreada. De fato, acumuladores em geral possuem casas com mais pó, pois o excesso de objetos, mesmo os pouco ou raramente usados, faz com que se torne mais difícil limpar esses ambientes.

Assim, a primeira dica para manter a casa limpa é criar o hábito de descartar corretamente tudo o que não for usar. Podem ser consideradas roupas, calçados, acessórios, livros, aparelhos velhos e objetos em geral.

Dessa forma, garante-se mais consciência ambiental, manter a casa mais limpa e facilita a faxina.

2. Limpe todos os detalhes

Uma limpeza básica pode até ser realizada com mais frequência, mantendo o ambiente aparentemente limpo, mas o problema do pó está justamente nos detalhes que não são vistos com frequência.

Entre os exemplos dos detalhes que devem ser limpos durante a faxina periódica estão as persianas, cortinas, luminárias, tapetes, livros, estantes, ventiladores etc.

Todos os itens da casa devem passar por uma faxina de vez em quando e tirar o pó desses objetos é fundamental para manter o ambiente realmente limpo. No caso de móveis, por exemplo, é possível usar lustra-móveis com repelente de poeira, retardando o acúmulo de pó no local.

3. Não traga sujeira para casa

O principal fator que faz com que a casa ou mesmo apartamento fique com poeira é o movimento de fora para dentro. Ao entrar e sair de casa sempre carregamos a sujeira onde vamos, seja da própria pele, roupa, cabelos ou calçados.

Assim, uma alternativa é não usar sapatos dentro de casa, deixando-os na porta. Ainda que a circulação do ar seja importante, não é necessário deixar a casa sempre aberta, pois esse costume também influencia na quantidade de pó que entra.

4. Cuidado com os tecidos

Os tecidos em geral soltam fibras no ambiente que contribuem para o acúmulo de pó, dessa forma, é importante lavar com frequência os tecidos, como lençóis, toalhas, bichos de pelúcia e cortinas.

Caso um morador tenha rinite alérgica, por exemplo, é desaconselhado o uso de cortinas ou tapetes, pois estes objetos acumulam fibras e poeira mesmo quando lavados com frequência.

5. Use um purificador de ar

O purificador de ar é um aliado importante para garantir que o ambiente não acumule muita poeira. Além de contribuir para tirar o pó, algumas tecnologias ajudam na eliminação de ácaros, fungos, mofo, bactérias e outros malefícios do ar para a saúde.

O purificador de ar ajuda a retirar o pó do ambiente, mas é importante que os filtros do aparelho sejam trocados periodicamente e que ele seja mantido perto de portas ou janelas.

Assim, diversas alternativas podem ser usadas pela família para garantir uma melhor qualidade e limpeza do ambiente, desde uma faxina mais detalhada até o purificador de ar. Com essas soluções garante-se mais bem-estar e saúde para os moradores.

Fonte: https://www.lopes.com.br/blog

 

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Apartamentos pequenos: Saiba como otimizar os espaços

É uma tendência, os apartamentos novos estão cada vez mais compactos. E, para conseguir mais espaço, é preciso desembolsar bem mais dinheiro do que era preciso há alguns anos. De certa forma, esse novo cenário tem obrigado muita gente a se virar em espaços menores e mais otimizados.

Para quem morava em casas ou apartamentos maiores e acabou acumulando muitas coisas ao longo dos anos tem algumas opções, como se livrar do que for “supérfluo” e manter apenas o que vale a pena, ou encontra formas de armazenar o que não pode doar e jogar fora.

Separamos algumas dicas para te inspirar a aprender a viver melhor em apartamentos compactos:

Mantenha a organização

Pode ser que a bagunça demore a aparecer em um imóvel amplo, mas em um apartamento compacto, acontece ao contrário. A organização que você vai ter no seu espaço é o que vai ditar a sua boa convivência num cômodo pequeno.

É através dessa noção de cuidado, ainda, que o seu senso de desapego pode funcionar de forma mais aguçada. Você vai abrir mão bem mais fácil de algo que não precise ter. Por exemplo, siga uma ordem de prioridades sobre o que você usa com frequência. Se só usa às vezes, porque precisa ficar espalhado pela casa?

Tente!

Use sua parede de maneira inteligente

Aproveite ao máximo os espaços verticais do seu apartamento. Retire os porta-retratos dos aparadores e cômodas e coloque-os na parede como quadros. Use e abuse das prateleiras para pregar objetos, ganchos para pendurar chaves, prateleiras e afins.

Por exemplo, uma bike que você usa todos os dias e que ocuparia um espaço enorme no seu apartamento pode ficar suspensa em pregadores próprios para a sua sustentação na parede. Simples, não?

Espelhos dão sensação de ampliação

A decoração de um apartamento pode influenciar muito na melhor otimização dos seus espaços. Por isso, considere investir no posicionamento estratégico de espelhos para causar a sensação de continuidade.

Sua sala pode ganhar um espaço a mais só com esse truque. Legal, não?

Móveis adequados

Você pode imaginar o desastre de usar móveis grandes demais em espaços pequenos. Nos casos em que você se mudar para ambientes menores, é válido considerar armazenar seus móveis em um local propício ou vendê-los e fazer novos sob medida para o espaço.

Por mais que pareça que você está perdendo espaço para estoque de coisas, fazendo tudo do jeito certo, na verdade está otimizando os seus cômodos. Tudo isso sem atravancar sua sala, quarto, cozinha, entre outros.

Armazene itens indispensáveis

Nem sempre nós podemos abrir mão de objetos só porque vamos nos mudar para uma casa menor. Ou ainda, deixar de comprar algo porque não teria espaço para guardar em casa, até porque pode ser que seja até pior manter itens de uso programado armazenados em residências de maneira inadequada.

Por exemplo, pode ser que você tenha móveis de herança, que não quer se desfazer, mas que não cabem mais em casa. Você pode recorrer a uma solução de armazenamento seguro, como um self storage, que trabalha com o aluguel de boxes para a guarda do que você precisar.

Outra possibilidade é para materiais esportivos que você usa sazonalmente. Equipamentos para esquiar, caiaques, raquetes de tênis. Eles exigem cuidados especiais de armazenamento, ou podem se deteriorar muito mais fácil em ambientes úmidos em excesso.

Ao alugar um box, você pode armazenar o que quiser, pelo tempo que quiser e sem multas contratuais quando quiser rescindir contrato. Você não gasta com IPTU, condomínio, manutenção e segurança.

Todo já está incluído dentro do valor único que você paga, e dá para aumentar o tamanho do box sempre que você quiser. É como se fosse uma extensão do seu apartamento, só que muito mais seguro.

Fonte: https://www.lopes.com.br/blog
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